Mães à beira de um ataque de nervos


Há 8 anos, eu grávida, participando de uma ação de meditação na praça da cidade. Minha militância é essa, a Educação Consciente e, para podermos exercê-la, começamos por nos trabalhar internamente, tomando consciência de nós mesmas, de nossas emoções e desejos. Lembrada pelo facebook, resolvi compartilhar com vocês o quão fundamental foi e ainda é a meditação para a criação do meu filho, nossa relação e minha transformação como mãe.

Você não precisa ter nenhuma religião específica para meditar. Meditar tem vários significados:

1. Você pode começar, deixando o relógio para despertar de 1h em 1h para se lembrar, pelo despertador, de como você está se sentindo naquele minuto, perceber como está seu corpo, seu pensamento e, com isso, voltar sua atenção para o momento presente.

2. Você também pode reservar 5 minutos antes de levantar da cama de manhã, ou antes de adormecer, ou qualquer outro momento em que você consiga ficar 5 minutos com você mesma (pode ser no banho), para respirar conscientemente (não forçado) e perceber como está seu corpo, como estão suas emoções, respirando e trazendo para o momento presente sua atenção, sem se distrair com pensamentos. Sempre que vierem pensamentos, deixe-os passar, como as nuvens no céu, não alimente esses pensamentos com decisões ou mais pensamentos.

3. O mais incrível, é que podemos meditar a todos os momentos, na fila do banco, no trânsito, conversando com as crianças, no bar, lavando louça, arrumando a cama, nos vestindo....meditar nos proporciona respirar no momento presente, percebendo o que estou sentindo e o que estou pensando. Trazer a consciência para o que estou fazendo, sair do automático. Meditar não significa 'sair do ar', muito pelo contrário, você se mantém presente, percebendo os estímulos internos e externos, suas reações e escolhas de ações.

Quanto mais conseguirmos exercitar a meditação na educação, seja em casa, seja na escola, mais conseguiremos compreender o que está por trás das ações e reações das crianças, ensiná-las a perceberem a si mesmas e se relacionarem consciente e harmonicamente consigo, com os outros e com o meio que nos cerca. Por consequência, nosso universo materno ficará melhor. Saber o que se passa e conseguir agir pontualmente nos ajudará muito a manter a tranquilidade nas adversidades.

Parece simples, e é. A questão é que não temos a meditação como hábito. Exercitando com consciência, ela virará um hábito e aí ficará mais fácil de praticar no cotidiano!

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© 2014 por Juliana Corullon